Produção de silagem de alta qualidade de sorgo forrageiro

Logo_DCTV_Vertical-1O programa Dia de Campo na TV fala sobre a cultura do sorgo, que contribui com 12% da área cultivada para produção de silagem no Brasil. Várias plantas forrageiras podem ser ensiladas, mas as culturas do milho e do sorgo são as mais usadas nesse processo, porque são cereais fáceis de cultivar e suas plantas apresentam bom rendimento e qualidade para silagem. Continuar lendo

Uso de Topsoil na restauração da vegetação nativa do Cerrado

Logo_DCTV_Vertical-1O programa Dia de Campo na TV mostra como o Topsoil ajuda na restauração da vegetação nativa do Cerrado. Topsoil ou camada superficial do solo é o material resultante do decapeamento da camada superficial, até 40 cm de espessura do solo de uma área suprimida e que contém uma mescla de banco de sementes, raízes e fauna do solo. Para ser considerada como Topsoil, a terra deve ter sido retirada de vegetação nativa, Continuar lendo

Ano internacional das leguminosas

Logo_DCTV_Vertical-1O programa Dia de Campo na TV especial mostra por que a Organização das Nações Unidas-ONU declarou o ano de 2016 como o Ano Internacional das Leguminosas, mobilizando as nações de todo o mundo para uma grande campanha de combate à desnutrição. Segundo a Organização Mundial de Saúde-OMS, a cada ano, quase quatro milhões de pessoas morrem por causa da desnutrição. As leguminosas são uma categoria especial de grãos e representam a esperança de mais nutrição e saúde, segurança alimentar e sustentabilidade ambiental em todo o planeta. Continuar lendo

Novo equipamento para produzir suco de uva integral

Logo_DCTV_Vertical-1Veja no Dia de Campo na TV o novo equipamento para elaboração do suco uva integral. O suquificador foi desenvolvido pela Embrapa Uva e Vinho, em parceria com a empresa Monofrio, com o objetivo de solucionar a questão tecnológica da elaboração de suco natural e integral em pequena escala, sem adição de água, comum nos processos existentes até agora nas pequenas propriedades. Continuar lendo

Batata-doce – alternativa para produção de etanol no Rio Grande do Sul

Logo_DCTV_Vertical-1A batata-doce como alternativa para a produção de etanol é o tema principal do programa Dia de Campo na TV. O Brasil é o segundo maior produtor de etanol do mundo e tem como principal matéria-prima para a produção de álcool a cana-de-açúcar. Mas pesquisas da Embrapa e instutuições parceiras buscam substitutos para a produção de etanol no Rio Grande do Sul, que tem condições desfavoráveis para o cultivo da cana-de-açúcar, nesse cenário a batata-doce é uma das culturas que tem maior potencial para produção energética. Uma tonelada de batata-doce pode produzir de 160 a 180 litros de etanol. E o seu ciclo produtivo é de quatro meses, enquanto o ciclo da cana-de-açúcar é de um ano. Continuar lendo

Mudanças climáticas e diálogos entre saberes

Nesta semana o programa Dia de Campo na TV vai mostrar como a ciência deve aliar-se ao saber popular no desenvolvimento de iniciativas conjuntas de conservação de recursos genéticos com que estão garantindo a biodiversidade do planeta quando o assunto é a produção de alimentos. O tema abre a temporada 2016 do programa televisivo da Embrapa que chega com nova roupagem e diversificação de conteúdos no ano em que completa 18 anos de existência. Continuar lendo

Leguminosas forrageiras: qualidade nutricional e sustentabilidade na pecuária

index.phpAlternativas para melhorar a qualidade da alimentação dos bovinos com a utilização de espécies leguminosas forrageiras é tema do Dia de Campo na TV. A qualidade da nutrição é essencial para elevar os índices de produtividade na pecuária, seja na produção de carne ou de leite. Continuar lendo

Mosca-dos-chifres: sentinela para resistência a pesticidas em carrapatos

banner-dctv-1O Dia de Campo na TV mostra a importância de um diagnóstico correto de resistência a pesticidas para o melhor uso de bases carrapaticidas e inseticidas, assegurando o controle eficaz tanto da mosca-dos-chifres quanto do carrapato. O fácil acesso aos pesticidas e a facilidade com que eles podem ser aplicados levaram a um período de relativo sucesso no controle destas infestações. Mas, a falsa suposição de que o controle parasitário pode ser facilmente realizado somente através da utilização de produtos químicos, levou ao desenvolvimento de resistência às bases químicas mais utilizadas para carrapatos e moscas-dos-chifres. Continuar lendo

Minifábricas de castanha de caju: qualidade na produção e renda no campo

index.phpVeja no Dia de Campo na TV a organização de produtores nas pequenas fábricas de castanha de caju, as fases do processamento do fruto, e como os pequenos produtores puderam ter acesso ao mercado antes restrito às grandes indústrias de beneficiamento. Continuar lendo

BRS 226: Cajueiro-anão para o Semiárido nordestino

index.phpO clone de cajueiro-anão BRS 226 Planalto é tema do Dia de Campo na TV. A cultivar tem resistência à resinose e tolerância ao estresse hídrico. Outra vantagem do cultivo de clones de cajueiro-anão é o pequeno porte, que proporciona a colheita manual do caju ainda na planta. Dessa forma, o pedúnculo,  que até então era praticamente descartado, passou a ser aproveitado em diversas agroindústrias e no mercado de fruta fresca. Do pedúnculo do caju fabrica-se a polpa de caju pasteurizada e congelada para a produção de suco, néctar de caju, xarope de caju, refrigerante de caju, doce de caju em massa, doce de caju em pasta, doce de caju em calda, geleia de caju, caju-ameixa, cajuína, rapadura de caju e mel clarificado de caju.

O pedúnculo não selecionado para o mercado de fruta fresca é bem aproveitada pelas indústrias de suco, pois apresenta polpa muito amarela, conferindo uma excelente coloração aos sucos. As castanhas apresentam cerca de 10 gramas, sendo bem aceita tanto pelos industriais como pelas minifábricas artesanais.

A variedade atende às características do Semiárido piauiense, região que fica em uma zona de transição entre Cerrado e Caatinga, e apresenta clima seco e quente, caracterizada por oito meses de plena seca. Nesse período de poucas chuvas, o BRS 226 ganhou destaque por causa de sua elevada produtividade e resistência à estiagem. O clone de cajueiro-anão precoce BRS 226 tem sido um forte aliado de produtores para enfrentar a seca que acometeu a região Nordeste nos últimos três anos. Lançado pela Embrapa em 2002, o clone é recomendado para plantio comercial de sequeiro na região do semiárido do estado do Piauí e outras regiões com características semelhantes.

Embora seja uma cultura de sequeiro, o pomar de cajueiro anão BRS 226 pode contar com um sistema de irrigação de baixo custo. A irrigação é feita duas vezes por semana com cerca de meia hora de duração e os frutos irrigados nascem mais cedo e são mais robustos. O pesquisador da Embrapa Luiz Serrano afirma que, além do Piauí, o BRS 226 vem sendo testado em outras regiões do país com resultados satisfatórios. Em cultivo irrigado e com adequado suprimento de fertilizantes, a produção de castanha pode atingir até 3 mil kg por hectare e a de pedúnculos 30 mil kg por hectare. Seus frutos podem ser colhidos à mão, porque é de pequeno porte, menos de três metros.

O Dia de Campo na TV BRS 226: Cajueiro-anão para o Semiárido nordestino foi produzido pela Embrapa Informação Tecnológica (Brasília/DF) em parceria com a Embrapa Agroindústria Tropical (Fortaleza/CE), Unidades da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária, vinculada ao Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento.